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Assembleia Legislativa vota orçamento para 2026 nesta terça-feira

Projeto deve render discussões em plenário, que analisa o processo em sessão extraordinária pela manhã Se a votação do Orçamento para 2026, seguir no mesmo formato da sessão que aprovou o projeto na Comissão de Finanças, o clima no plenário 20 de setembro será de embates. Primeira proposta na pauta de votações desta terça-feira, o projeto que determina a Lei Orçamentária Anual (LOA) do próximo ano prevê um déficit primário de R$ 5,5 bilhões, receitas em R$ 88,92 bilhões e as despesas em R$ 92,72 bilhões. O último orçamento do governador Eduardo Leite (PSD) tem sido alvo de críticas por parte da oposição, em especial dos partidos de esquerda. Os deputados questionam, principalmente, os valores direcionados à Saúde. As alegações são de que os percentuais não atingem o mínimo previsto na Constituição, além de criticarem o acordo feito com o Ministério Público (MPRS), que autorizou o Estado alcançar de forma gradativa, até 2030, a aplicação dos 12% constitucionais na área. O governo defende o projeto e a iniciativa. Em função do acordo, serão R$ 747 milhões a mais para Saúde, inicialmente destinados para as despesas de custeio. Mas apesar da resistência, a tendência é de que o texto seja aprovado. A votação deve iniciar pela manhã, em sessão extraordinária, com as discussões podendo estender até a sessão à tarde. O texto está sendo votado fora do período regimental, que é 30 de novembro. Além disso, há outros 31 projetos na ordem do dia. Investimentos e novidades Para o próximo ano, a previsão é de R$ 5,52 bilhões em investimentos para todo o Estado, sendo que R$ 3 bilhões estão alocados na Secretaria de Reconstrução Gaúcha, responsável pela manutenção do Fundo de Reconstrução (Funrigs). Os recursos derivam do não pagamento da dívida do Estado com a União, suspensa até 2027. Para Saúde e Educação, os investimentos são de R$ 165 milhões e R$ 96 milhões, respectivamente. Uma das novidades na LOA 2026 foi o número de emendas parlamentares. Com o aumento do valor das emendas individuais, de R$ 2 milhões para R$ 4 milhões por deputado, foram mais de duas mil emendas apensadas ao projeto e aprovadas pelo relator, o deputado Frederico Antunes (PP), líder do governo. Diferente do orçamento nacional, as emendas parlamentares no Estado não são impositivas. Mas existe um compromisso político – e, portanto, igualmente cumpridas. Metade desse valor, contudo, deve ser direcionado à Saúde. Outro fato novo foi a inclusão da secretaria da Mulher, retomada este ano após um movimento de deputadas. A pasta terá R$ 18 milhões de orçamento e a secretária, Fábia Richter, promete buscar recursos extras se necessário.

Grêmio rescinde com a Alfa e acerta novo patrocínio master para as duas últimas rodadas do Brasileirão

Tricolor vai estampar na camisa a nova casa de apostas diante do Fluminense, nesta terça-feira, às 21h30min, na Arena O Grêmio rescindiu, nesta segunda-feira, o contrato com a Alfa, patrocinadora master, que tinha validade até dezembro de 2027. O Tricolor vai estampar na camisa outra casa de apostas nas duas últimas rodadas do Brasileirão: a Energia Bet. A informação inicialmente foi divulgada pela jornalista Fabíola Thiele, do Portal do Gremista, e confirmada posteriormente pelo CP. O rompimento com a Alfa se deu pela falta de pagamento nos últimos meses. Por ano, a empresa havia se comprometido a pagar R$ 50 milhões. Ou seja, por mês, o Tricolor teria que receber um pouco mais de R$ 4 milhões, o que não aconteceu em setembro, outubro e novembro. Diante dessa situação, o Grêmio mão viu outra saída a não ser buscar a rescisão de contrato. O impacto da falta de pagamento da Alfa foi visto rapidamente no clube. No início de outubro, por exemplo, o Tricolor atrasou os salários dos jogadores, conseguindo quitar essa pendência após o empréstimo feito pelo empresário Celso Rigo. Aliado a isso, piorando ainda mais a relação, a empresa pagou a parcela de setembro ao Inter, que também é patrocinado pela empresa, mesmo que com 20 dias de atraso.

SUS Gaúcho oferta 67,5 mil consultas para especialidades em 45 dias e recebe recursos extras

Houve redução de 27% na filas eletivas das consultas de ortopedia joelho e 42% nas consultas oftalmológicas; Leite anuncia mais R$ 158,4 milhões em recursos Em 45 dias, o programa SUS Gaúcho, destinado a propor melhorias nos atendimentos de saúde e redução de filas em hospitais gaúchos, ofertou 67,5 mil consultas para especialidades de ortopedia joelho e oftalmologia adulto. Entre outubro e novembro, redução de 27% na filas eletivas das consultas de traumato-ortopedia joelho e 42% de redução nas consultas oftalmológicas, as mais contempladas pelo programa. Houve uma adesão de 84% de oferta de consultas para redução de filas. Enquanto em outubro havia 19,6 mil pessoas aguardando na fila eletiva para ortopedia joelho, em novembro o número reduziu para 14,2 mil. Já para oftalmologia, de 112,4 mil pessoas, reduziu para 64,1 mil. Os dados foram apresentados nesta segunda-feira em balanço do programa, apresentado pelo governador Eduardo Leite e a secretária da Saúde, Arita Bergmann, no Palácio Piratini. O governador Eduardo Leite anunciou, ainda, uma parcela extra de R$ 158,4 milhões dentro do orçamento da saúde para qualificação de atendimento no Rio Grande do Sul. A meta é, com o programa, reduzir em 70% a fila nas especialidades escolhidas para esse ano. O programa aplicou recursos para o Sistema Único de Saúde (SUS), neste ano, de R$ 267,7 milhões, visando, principalmente, reduzir em 70% as maiores filas de pacientes que aguardam por cirurgias e consultas eletivas. Para 2026, o acréscimo de recursos deve chegar a R$ 758 milhões. No total, o investimento será de R$ 1 bilhão na Saúde até o final de 2026. O pagamento realizado até novembro deste ano foi de R$ 52,9 milhões, contemplando o programa Assistir, a Atenção Domiciliar, o Acompanha RAPS, as UPAs 24h e o transporte sanitário eletivo intermunicipal Nos serviços de ortopedia joelho, com redução da fila em 27,2% entre outubro e novembro deste ano, a oferta mensal de consultas aumentou, em 45 dias, para 10 mil consultas (6 mil por mês), um aumento de 412%, sendo que antes do programa, eram ofertadas 1,3 mil consultas Nos serviços de oftalmologia, com redução de 43% nas filas eletivas entre outubro e novembro, a oferta mensal anterior ao programa eram 8,2 mil consultas, e em 45 dias, foram ofertadas mais de 57,5 mil consultas (38,3 mil consultas por mês, e um aumento de 367%). Anúncio extra de recursos para a Saúde do Tesouro do Estado Dos R$ 158,4 milhões de reais anunciados por Leite dentro do orçamento da saúde para qualificação de atendimento no Rio Grande do Sul, os recursos serão implantados para aquisição de equipamentos e reformas para pontos de doação de sangue (R$2,08 milhões), qualificação da infraestrutura das farmácias de medicamentos especiais (R$ 25 milhões), equipamentos para puericultura para a rede Bem Cuidar (R$ 24,9 milhões), Ainda, dentro do programa Assistir para 232 instituições hospitalares financiadas, foram aportados R$ 106 milhões para ajudar os hospitais no momento que tem que pagar o 13º, os seus compromissos do final de ano. UPAs Nas unidades de Pronto Atendimento (UPAs) 24h, 30 unidades recebem incentivo para atendimento e foram contempladas em 40% superior no custeio mensal. Foram 488 municípios que já receberam o incentivo para transporte sanitário eletivo intermunicipal. Para atendimentos de saúde mental, foram 54 equipes contratadas e sete finalizando a contratação dos profissionais. Recursos para a atenção domiciliar tiveram 67 equipes credenciadas para novo incentivo em 36 municípios, e 13 novas equipes em 10 municípios. PCDs e reabilitação física e ambulatórios Em relação à atenção à Pessoa com Deficiência (PCD) e reabilitação física, foram 51 usuários atendidos e 10 agendados, com incentivos voltados principalmente à atenção para a escoliose, com 57% das OPMEs (cadeiras de rodas, muletas e meios auxiliares) dispensadas. Ambulatórios de feridos tiveram 230 usuários atendidos e 27 agendados entre outubro e novembro (média de 1125 usuários por mês). Programa Assistir Houve novas habilitações para o programa Assistir, com 61 novos serviços habilitados e ampliação de 10.980 consultas e 3.110 cirurgias por mês. Houve aumento do peso das UTI/UCI dos estabelecimentos com maior complexidade: de 72 para 100 para com alta complexidade e de 71 para 150 para hospitais com 2 ou mais complexidades. Recursos para 2026 Para o ano que vem, serão investidos, dentro do SUS Gaúcho, R$ 323,9 milhões em recursos para novos programas e serviços. A meta é que as especialidades permaneçam no programa, mas outras sejam contempladas, como a cirurgia geral, a dermatologia, a urologia, a uro litotripsia, a uro vasectomia, a otorrinolaringologia e a ortopedia geral adulto. Serão ampliados, também, ambulatórios de obesidade, ambulatórios de atenção a usuários com dor crônica, quatro ambulatórios de feridos e mais 60 equipes de saúde mental. “O SUS gaúcho está cumprindo com o seu propósito de reduzir as filas, de ampliar serviços. E esse é um governo que pagou as dívidas de governos anteriores, botou em dia para não deixar mais atrasar, o Estado atrasava pagamentos aos hospitais, não atrasa mais e agora a gente incrementa recursos para estender serviços para a população”, afirmou Leite. Ele reconhece que as filas sempre irão existir. “Mas o que não se pode mais tolerar é que as pessoas fiquem longos anos esperando por uma consulta, por um procedimento dentro do SUS”. A secretária de Saúde, Arita Bergmann, afirmou que será avaliada a tabela para novos procedimentos serem incluídos nas especialidades, levando em conta outras tabelas existentes para que o recurso possa cobrir. “No próximo ano, teremos outros ambulatórios estratégicos, considerando as maiores filas que estão no nosso sistema de regulação Gercon, considerando a demanda também das centrais de pelotas de Caxias e de Porto Alegre”.

CBF projeta ao menos 30 árbitros profissionais para o Brasileirão 2026

Proposta ganhou força após sequência de lances polêmicos na temporada deste ano, principalmente na Série A A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou que quer ao menos 30 árbitros profissionais no Brasileirão a partir de 2026. A proposta foi apresentada por Rodrigo Cintra, chefe da Comissão Nacional de Arbitragem, no 1º Encontro de Executivos do Futebol, realizado nesta segunda-feira, na sede da entidade, no Rio de Janeiro. O objetivo é colocar em prática o Núcleo de Profissionais de Arbitragem ao longo do Campeonato Brasileiro do ano que vem. A CBF também revelou que o número pode aumentar e chegar a 60 até 2027, incluindo a Série B. Depois de episódios polêmicos envolvendo a atuação de juízes na Série A deste ano, a profissionalização da arbitragem ganhou força no segundo semestre. Em outubro, um Grupo de Trabalho foi criado para discussão de melhorias e há previsão da entrega de um relatório de atividades até janeiro do ano que vem. O programa específico para a arbitragem brasileira é baseado em modelos já existentes, como da Inglaterra, Itália, Espanha e MLS, a liga dos Estados Unidos. Além de um salário fixo, a proposta, que deve contar com contratos anuais e rotina semanal de treinos, estuda a possibilidade de pagamento de bônus por partida. A CBF ainda pretende oferecer acompanhamento psicológico, de nutrição e de preparação física para os árbitros, e capacitação dos demais árbitros para padronização e possibilidade de ascensão. Apesar da divulgação de vários pontos do programa, ainda não foi apresentada a previsão de salários que serão pagos nos contratos.

Defesa de Braga Netto recorre ao plenário do STF contra condenação

Segundo os advogados, entendimento de que os embargos infringentes dependem de dois votos pela absolvição não está previsto no regimento interno A defesa do general Braga Netto apresentou nesta segunda-feira (1°) recurso ao plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) contra a execução da condenação do militar na ação penal da trama golpista. Condenado a 26 anos de prisão, o general está custodiado nas instalações da Vila Militar, no Rio de Janeiro. Ele é ex-ministro do governo de Jair Bolsonaro e foi candidato a vice-presidente na chapa na qual o ex-presidente tentou a reeleição em 2022. No recurso, a defesa voltou a pedir a absolvição de Braga Netto e questionou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, que, na semana passada, rejeitou os últimos recursos e determinou a execução da pena. Segundo os advogados, o entendimento de que os chamados embargos infringentes dependem de dois votos pela absolvição para serem analisados nas turmas do Supremo não está previsto no regimento interno, embora seja aplicado com base na jurisprudência da Corte. “O regimento interno desse Supremo Tribunal Federal não faz qualquer referência à quantidade mínima de votos divergentes para cabimento de embargos infringentes contra decisão da turma, preconizando apenas que cabem embargos infringentes à decisão não unânime do plenário ou da turma”, disse a defesa. Pelo entendimento de Moraes, para conseguir que o caso fosse julgado novamente, Braga Netto precisava obter pelo menos dois votos pela absolvição, ou seja, placar mínimo de 3 votos a 2 no julgamento realizado no dia 11 de setembro e que condenou os acusados do Núcleo 1, do qual o general faz parte. No entanto, o militar foi condenado por unanimidade. A defesa também insistiu na tese de que Braga Netto não teve ligação com a trama golpista – que pretendia manter Jair Bolsonaro na presidência mesmo tendo sido derrotado nas urnas. “Os supostos fatos criminosos imputados ao gen. Braga Netto no âmbito da Pet. 12.100/DF ocorreram no período de julho de 2022 a dezembro de 2022. Ou seja, período em que o ora agravante já não exercia o cargo público que lhe conferia prerrogativa de foro”, concluiu a defesa. Cabe ao ministro Alexandre de Moraes decidir se o recurso será julgado pelo plenário da Corte.

Técnicos portugueses são oferecidos ao Grêmio

Luís Castro e Arthur Jorge, ambos com passagem pelo Botafogo, surgem como alternativas caso o Tricolor não renove com Mano Menezes A partir da indefinição do técnico do Grêmio para 2026, o mercado de treinadores começou a se movimentar. Nos últimos dias, dois profissionais portugueses foram oferecidos por intermediários à nova diretoria tricolor: Luís Castro e Arthur Jorge, ambos ex-Botafogo. Porém, até o momento, nenhuma negociação foi aberta. Aos 64 anos, Luís Castro está livre no mercado, após ser demitido do Al-Wasl, dos Emirados Árabes, no começo de novembro. O treinador esteve no Botafogo entre 2022 e 2023, fazendo parte do início do projeto de SAF no clube carioca. Além de agradar pelo perfil e métodos de trabalho, o fato do português estar desempregado facilita em uma possível negociação. Aos 53 anos, Arthur Jorge está no Al-Rayyan, do Catar, desde o início deste ano e tem vínculo até junho de 2027. Por conta disso, uma investida no português é improvável, já que precisaria bancar uma multa rescisória. O técnico foi campeão da Libertadores e do Brasileirão com o Botafogo em 2024. Antes de avançar em qualquer outro nome, a nova gestão do Grêmio pretende resolver a situação envolvendo Mano Menezes. As partes vão conversar pela permanência ou não após a disputa da última rodada do Campeonato Brasileiro, que acontece no dia 7 de dezembro. “Já falei sobre isso na questão da próxima temporada. Não quero me alongar, porque tenho ouvido e lido bastante coisa. Quando for a hora de conversar sobre o assunto, a gente senta e conversa, sem problema nenhum”, disse Mano, após a vitória sobre o Palmeiras.

Inter: E Abelão cometeu a loucura!

Depois da rodada que colocou o Inter na zona de rebaixamento achei que Abel não cometeria a loucura de assumir um time caindo aos pedaços restando duas partidas. Não vai muito tempo escrevi:“Cometendo uma verdade exagerada diria que pela pobreza do futebol o Inter só escapa do rebaixamento se chamar Abel Braga para treinador nos últimos seis jogos. É pensamento mágico, sei.”Depois da rodada trágica que colocou o Inter na zona de rebaixamento disse para meus botões que Abel não cometeria a loucura, o desatino, de assumir um time caindo aos pedaços restando duas partidas. Bem de finanças, consagrado por títulos, não daria a chance aos oportunistas de, em caso de fracasso nesta empreitada, cometerem a deslavada mentira de disparar “Abel rebaixou o Inter“.Eis que, amigos, Abel aceitou o desafio. Atropelou até a magoa de ter sido demitido por esta gestão.Abelão, amigos, é louco.Só um louco de amor pelo Inter para cometer um gesto tão majestoso.

Entenda como a prisão de Bolsonaro pode influenciar nas negociações para as eleições de 2026

No RS, partidos de direita menos alinhados ao bolsonarismo podem se beneficiar Os reflexos da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nas eleições de 2026 ainda estão sendo medidos, mas dois efeitos são certeiros. O primeiro deles é o fortalecimento de um racha que já está em curso na direita. Análises de cientistas políticos indicam que, apesar do capital político que o ex-presidente carrega consigo, uma sucessão de fatos têm levado a um afastamento entre aqueles considerados “bolsonaristas” e a direita mais tradicional. “Você tem bolsonaristas raiz e tem a direita tradicional, que foi com o Bolsonaro em 2018, foi com Bolsonaro em 2022. Mas o cenário não é o mesmo”, define Silvana Krause, professora do programa de pós-graduação em Ciência Política da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Um dos fatos que deu o pontapé inicial nesse distanciamento foram os movimentos articulados pelo terceiro filho do ex-presidente, Eduardo Bolsonaro, que está auto-exilado nos Estados Unidos desde março deste ano. Ele foi um dos responsáveis pelas sanções impostas pelo governo norte-americano aos produtos brasileiros. No fim de julho, o presidente Donald Trump impôs uma tarifa adicional de 40% sobre uma série de produtos brasileiros, mas deixando uma lista com 700 exceções. Após sucessivas reuniões e um encontro entre Trump e o presidente Lula (PT), na última quinta-feira, a lista de exceções aumentou para mais de 900 produtos. Apesar disso, as ações de Eduardo Bolsonaro não foram vistas com bons olhos entre parte dos políticos da chamada direita tradicional, que mantém boa parte do seu eleitorado entre os empresários. E outros fatores, em maior ou menor medida, também podem ser adicionados a esse imbróglio, como as circunstâncias em que o ex-presidente foi preso preventivamente, ao violar, com ferro de solda, a tornozeleira eletrônica. Um dos exemplos práticos dessa divisão foi a criação de um bloco parlamentar, pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), sem o PL e o PT. Mas com partidos como União Brasil, PP, PSD Republicanos e MDB. Para Rodrigo Stumpf Gonzalez, cientista político e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), o divisor de águas entre esses dois núcleos deve ocorrer durante as negociações sobre o projeto de anistia. “Em prisão domiciliar, a discussão da anistia ficava mais abstrata. A prisão traz uma exigência das pessoas se posicionarem”, explicou. Somados, esses elementos vão afastando a direita tradicional, cujas pautas são focadas em questões envolvendo a economia e o mercado, da direita mais bolsonarista, que detém ligação com a pauta dos costumes. “Defender a anistia só pelo Bolsonaro é um peso que a direita vai precisar escolher se quer carregar”, elenca o professor. Enquanto isso ocorre, o outro efeito da prisão do ex-presidente – e que está intrinsecamente aliado a essa “divisão de direitas” – ganha corpo: as discussões sobre o pleito de 2026. “A prisão ajuda na necessidade de tomada de decisões. Hoje, Bolsonaro já não é mais visto com a mesma capacidade de mobilização do passado. A questão da prisão e da condenação fazem com que alguns setores atinjam um discurso mais pragmático”, afirma Gonzalez. Com a confirmação da prisão de Bolsonaro, as tratativas em torno de quem será o nome a representar o ex-presidente nas urnas são essenciais na moldagem das chapas dentro dos estados, que aguardam o desenrolar nacional. Como fica esse cenário no Rio Grande do Sul? No Rio Grande do Sul, o deputado federal Luciano Zucco é o pré-candidato ao Palácio Piratini pelo bolsonarismo. Com a pré-campanha na rua, o líder da oposição na Câmara dos Deputados conta com uma chapa quase completa, com as vagas ao Senado já definidas: os deputados federais Sanderson (PL) e Marcel van Hattem (Novo). Ele ainda precisa, entretanto, de pré-candidato à vice. E é nesse cenário que a prisão do ex-presidente pode dificultar as negociações para Zucco, que busca atrair partidos da direita, como PP, Republicanos e União Brasil. Isso porque essas siglas estão mais alinhadas a uma direita “mais tradicional”, ainda que Bolsonaro tenha um capital político elevado no RS. “Mas devemos compreender que essa relação (de capital político) não se dá por meio dos partidos, mas especificamente por causa da figura do ex-presidente. Agora, a prisão de Bolsonaro dá mais espaço para outros campos políticos”, afirma Augusto Neftali, cientista político e professor da Escola de Humanidades da PUCRS. Campo esse em que o PP, por exemplo, tem mais trânsito. “PP é a direita raiz”, definiu o professor da Ufrgs, Rodrigo Stumpf González. O partido elegeu o maior número de prefeitos no Estado em 2024, tendo um perfil bem municipalista e relações fortes com a defesa do agronegócio. Atualmente, os Progressistas contam com o deputado federal Covatti Filho como pré-candidato ao governo do Estado, mas essa ainda não é uma certeza, visto que parte do partido defende uma aliança com Zucco e, outra, com o pré-candidato do MDB, o vice-governador Gabriel Souza. Com isso, a divisão das direitas pode acabar dificultando uma aliança do PP com o PL de Zucco, visto que dá ao partido mais capacidade de barganha – tanto em defesa da candidatura própria, quanto nos argumentos daqueles que são a favor de uma chapa com o MDB. Além disso, com o ex-presidente fora das urnas, a capacidade de transferência direta de votos fica mais difícil. “Uma coisa é o Bolsonaro, candidato à presidente, dizer: meu candidato no RS é o Zucco. Outra coisa é alguém que não é o Bolsonaro, e pode ser o Tarcísio (de Freitas) ou mesmo os filhos (do ex-presidente). Essa transferência (de votos) é menos potente, o que permite maior concorrência pelo voto individual dos eleitores”, explica Neftali. Outro partido que pode aproveitar esse embalo é o MDB, que neste domingo referendou a pré-candidatura do vice-governador Gabriel Souza ao Piratini. Tanto na tentativa de atrair o eleitor que não se identifica tanto com o bolsonarismo, ainda que seja um eleitor de direita, quanto na busca por partidos com esse mesmo perfil. Para isso, contudo, o vice-governador precisa conquistar um ativo que ainda lhe falta: maior visibilidade.

Homem morre após entrar na jaula de leões em João Pessoa

Parque foi interditado após incidente Um homem foi atacado e morto por uma leoa, na manhã deste domingo, 30, no Parque Zoobotânico Arruda Câmara, conhecido como Parque da Bica, em João Pessoa, Paraíba. Dois vídeos foram publicado no Instagram do VoxPB. Em um deles, aparece o homem no momento em que desce pelo tronco de uma árvore em direção ao animal. Em outro, a leoa surge com manchas de sangue no corpo. O homem atacado ainda não foi identificado oficialmente. Segundo relato de testemunhas ao VoxPB, o homem teria escalado a cerca da área reservada aos leões no parque e descido pela árvore que fica dentro da área dos animais. A facilidade com que o homem se aproximou da área dos animais expôs falhas de segurança do local, apesar da barreira de 8 metros de altura que separa a área dos animais do público visitante. Segundo nota oficial divulgada no Instagram do Parque da Bica, a instituição lamenta o ocorrido. Abaixo um trecho do comunicado. “Trata-se de um episódio extremamente triste para todos, e manifestamos nossa solidariedade e sentimentos à família e aos amigos do homem, ainda não identificado”. O parque está interditado para investigações a Polícia Científica da Paraíba (IPC). E não se sabe ainda quando será reaberto ao público.

Marinha segue às buscas por pescador desaparecido em Rio Grande

O homem, de 44 anos fez o último contato com a família no sábado, quando estava nos molhes da Barra Após um domingo sem novidades, a Marinha informou que segue nesta segunda-feira com as buscas pelo pescador desaparecido desde a noite do último sábado nos molhes da Barra, em Rio Grande. Leandro Costa de Farias, de 44 anos fez último contato com a família às 20h20min. A Marinha foi comunicada do desaparecimento por volta das 21h30min. Farias estaria em uma embarcação pesqueira, sem identificação externa aparente e inicialmente apontada como SAGA VII. O barco já foi localizado à deriva, entre os molhes. A embarcação estava com os motores ligados e luzes acesas, porém sem qualquer tripulante a bordo, quando foi encontrada. Quando desapareceu o pescador vestia um moletom listrado azul e branco e calça plástica azul, sem coletes salva-vidas. Na operação de busca, reiniciada na manhã desta segunda-feira estão sendo utilizados um navio, uma aeronave e uma lancha com equipe de Busca e Salvamento da Capitania dos Portos. Qualquer informação sobre o paradeiro do pescador ou sobre as circunstâncias do desaparecimento podem ser repassadas ao SALVAMAR SUL, pelo telefone (53) 98419-9173, ou à Capitania dos Portos, pelo (53) 984020249. correio do povo

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