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Inter enfrenta o Mirassol, sensação do Campeonato Brasileiro

Após 11 dias de treinos, Ramón Díaz tenta fazer do Colorado o primeiro time visitante a derrotar o Mirassol

Depois de finalmente voltar a vencer no Brasileirão (2 a 0 sobre o Botafogo, na rodada passada), o Inter entra em campo hoje à noite, diante do Mirassol, em busca de algo que há tempos anda escasso no Beira-Rio: uma sequência de bons resultados. A vitória diante dos cariocas serviu para aliviar o ambiente e dar tranquilidade, mas ainda não foi suficiente para tirar o time das últimas posições da tabela do Brasileirão. Ou seja, a noite no estádio Maião promete ser de mais tensão.

O adversário, aliás, vive dias sensacionais. Recém-chegado à elite nacional, o Mirassol faz campanha de time grande: sólido e eficiente. Se o campeonato terminasse hoje, estaria classificado diretamente para a próxima edição da Libertadores, um feito que, há poucos meses, soaria como pura ficção. Mas o futebol brasileiro anda mesmo um tanto invertido: enquanto o novato sonha alto e luta na parte de cima, o tradicional colorado ainda tenta reencontrar o próprio caminho e olha muito mais para a parte de baixo da tabela, apesar de ter iniciado a temporada cheio de sonhos

A partida marcará o quarto jogo do Inter sob o comando de Ramón Díaz e seu filho Emiliano. Até aqui, a dupla argentina mantém a invencibilidade com dois empates e uma vitória, o que, embora ainda não empolgue a torcida, já representa um alívio. Desta vez, porém, há um trunfo que os Díaz ainda não haviam experimentado: tempo para treinar. Foram 11 dias sem jogos, um luxo no calendário brasileiro, aproveitados para recuperar fisicamente o grupo e, principalmente, ajustar as ideias do novo comando técnico.

O Inter deve repetir o esquema com três zagueiros, com Mercado atuando como líbero e Alan Patrick, outra vez, como falso centroavante, função que o capitão executa com inteligência, embora não esconda a preferência por sua função original. Ele, inclusive, marcou gol no jogo passado, contra o Botafogo.

A má notícia é a ausência de Carbonero, que está a serviço da seleção colombiana. O atacante, que vinha sendo a válvula de escape da equipe, deixa uma lacuna que dificilmente será preenchida com a mesma imprevisibilidade. Romero deve ser o substituto, oferecendo mais cadência e controle, mas menos desequilíbrio ofensivo

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