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Inter terá uma semana inteira para digerir a derrota no Rio de Janeiro

Derrota, atuação melancólica contra o Fluminense e entrevista de Ramón e Emiliano Díaz enervam a tensão no ambiente do clube

O Inter voltou no tempo no sábado. Menos mal que o triunfo do Corinthians sobre o Vitória não piorou ainda mais a situação na tabela do Brasileirão. O resultado de Salvador atenuou o do Rio de Janeiro, mas a pressão na volta a Porto Alegre sob protesto de torcedores após duas derrotas seguidas fora de casa vai durar no mínimo sete dias

Até o próximo domingo quando recebe o Atlético Mineiro no Beira-Rio, o exercício é o de digerir o que aconteceu no Maracanã. Dentro e fora de campo a partir do desempenho do time contra o Fluminense e das fortes declarações dos Díaz na coletiva após o jogo.

A não ser que tenha ocorrido ainda no vestiário do estádio, o que não se tem notícia até aqui, não saiu de D´Alessandro o discurso forte. Veio de quem o diretor esportivo com quase duas décadas de clube contratou há quatro semanas. Horas antes de falar em “momento para os homens, para quem tem coragem”, Emiliano Díaz levou para a concentração colorada as edições dos jornais cariocas O Dia e Meia Hora, este de perfil mais irreverente.

Em ambos os impressos, provocações para com os gaúchos eliminados recentemente na Libertadores, na Copa do Brasil e derrotados no primeiro turno do Brasileirão pelo Flu. Além do auxiliar técnico, o vice de futebol José Olavo Bisol foi outro a fazer o mesmo.

Se as manchetes provocativas tratando o Inter como ‘freguês’ dos cariocas foram levadas ao vestiário para inflamar o grupo de atletas, o antigo artifício não fez efeito. Viu-se pouca indignação nos quase 100 minutos de jogo e zero após o apito final. Pelo menos publicamente. Como nenhum dirigente apareceu para dar explicações à torcida, coube a comissão técnica e um jogador se manifestarem. E em tons distintos.

“O que mais quero é que a equipe recupere o ímpeto, a determinação e a coragem” desafiou Ramón Díaz repetindo falas de validades perecíveis aos resultados de curto, médio e longo prazo quando se olha para trás no Beira-Rio. A análise intramuros se assemelha a de extramuros quando não se fala da ausência de futebol do time em diversos momentos. A ponto de nem quem tem a braçadeira de capitão entender a fase do Inter.

“Não consigo. Acho que o momento é de dificuldade e mais do que nunca de estarmos juntos e unir forças para nos reencontrarmos com um melhor futebol e com as vitórias”, desabafou Alan Patrick, o único a parar na zona mista. Retrato do cenário melancólico condizente com quem parece ter voltado no tempo.

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