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Obra que recria jogos icônicos do Estádio Olímpico será lançada ainda este ano

A relação do torcedor gremista com a Arena parece ter mudado e ficado mais próxima nas últimas semanas, a partir da perspectiva do clube enfim assumir a gestão do estádio. Ainda assim, para muitos gremistas – quiçá a maioria – o carinho pelo Olímpico ainda tem um lugar especial. O palco de inúmeras alegrias em azul, preto e branco é o protagonista de “No Coração da Torcida – A história ilustrada dos jogos icônicos do Estádio Olímpico”, obra do artista Pancho Rivas, com lançamento previsto ainda para este ano.Figura conhecida no Brique da Redenção, Rivas tem uma relação muito próxima com o futebol. Há 20 anos que vive de arte. Seu traço inconfundível retrata em camisetas, gols e jogadas históricas. Não há um número exato de peças, mas com certeza calcula que passa das cinco mil, todas personalizadas. E foi justamente uma delas o ponto inicial para o livro.

Para além dos jogos icônicos

Em 2008, uma de suas camisas brincava com a icônica capa do álbum “Abbey Road”, dos Beatles, levando as cores do seu time do coração. Eis que o escritor Eduardo Bueno viu e quis uma igual. Deu uma entrevista para um canal de televisão com ela e pronto, a demanda pelas obras de Pancho explodiu.

O tempo passou e vez que outra, alguém sugeria ao artista lançar um livro, mesclando suas pinturas com a história do Grêmio. Até que em novembro do ano passado, o plano ganhou contorno de realidade. Daí ao Olímpico ser o fio condutor foi uma decisão muito fácil. “Eu vivi o Olímpico. Muitos dos jogos que eu retrato no livro, eu estava lá”, lembra.

Para muito além de partidas icônicas como as conquistas da Libertadores de 1983 e o Brasileirão de 1996, Pancho escolheu alguns momentos talvez menos conhecidos, mas ainda assim emocionalmente importantes, como as vezes em que Pelé e Maradona pisaram no gramado tricolor. Junto das pinturas, as páginas trazem relatos de personagens como ex-jogadores (a lista é grande e vai de Paulo Roberto a Tcheco, de Roberto, que esteve na partida inaugural do estádio, a Juarez, o “Tanque”, jornalistas, historiadores e torcedores. “Queria valorizar a arte, mas quando vieram os depoimentos, fiquei pensando, esse livro tem alma. Sou um órfão do Olímpico ainda”, conta Pancho.

A previsão é de lançamento ainda para 2025 e o projeto de financiamento coletivo ainda está aberto. O artista, contudo, celebra o fato de que com a ajuda de vários conselheiros do clube, liderados por Luciano Feldens, o livro se tornou viável. Serão 212 páginas, tamanho 18×25 centímetros, papel couché colorido e com capa dura.

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