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SUS Gaúcho já reduz filas de consultas e cirurgias no Estado

O programa SUS Gaúcho, lançado no fim de setembro pelo governo do Rio Grande do Sul, já começa a mostrar resultados concretos na rede pública de saúde

O programa SUS Gaúcho, lançado no fim de setembro pelo governo do Rio Grande do Sul, já começa a mostrar resultados concretos na rede pública de saúde. Em poucos dias, hospitais de várias regiões iniciaram mutirões de consultas e cirurgias, priorizando as áreas com maiores filas de espera: oftalmologia geral adulto e ortopedia de joelho.

Segundo a Secretaria da Saúde (SES), até o final do ano serão abertas mais de 83 mil novas consultas oftalmológicas e 8,4 mil novas consultas ou cirurgias de joelho. O investimento total chega a R$ 175 milhões até dezembro.

Primeiros resultados já são visíveis

Hospital Santo Antônio, em Santo Antônio da Patrulha, foi um dos primeiros a iniciar os atendimentos. Já são mais de 650 consultas realizadas das 10 mil previstas até o fim do ano, atendendo pacientes de todo o Litoral Norte.

A moradora Janaína Conceição da Silva, de 33 anos, esperava há dois anos por uma consulta oftalmológica. “Me chamaram ontem para a consulta de hoje, foi bem rápido. Não estou enxergando bem do olho direito e parece que tem areia no olho. Agora espero ficar bem”, contou.

Outros hospitais também aderiram. O Hospital Regional de São Jerônimo realiza mutirões de cirurgias oftalmológicas e de joelho, enquanto o Hospital São Francisco de Assis, em Parobé, prevê 92 cirurgias de joelho apenas em outubro, ampliando para cerca de 200 por mês a partir de novembro.

Investimento bilionário até 2026

SUS Gaúcho representa um aporte adicional de R$ 1,025 bilhão na saúde pública estadual entre 2025 e 2026. Apenas neste ano, o SUS gaúcho receberá R$ 267,7 milhões extras; para 2026, o incremento será de R$ 758 milhões.

Esses recursos não se limitam à redução de filas, também incluem reforço ao transporte de pacientesapoio a UPAs e prontos atendimentos municipaistratamento domiciliarsaúde mentalatenção às pessoas com deficiência e aumento do valor pago a UTIs e hospitais de pequeno porte.

O governador Eduardo Leite destacou que o programa simboliza uma nova fase na gestão da saúde pública.

Transporte, saúde mental e atendimento domiciliar

Uma das novidades do programa é o apoio financeiro ao transporte de pacientes, atendendo 488 municípios gaúchos. Muitos pacientes deixavam de comparecer às consultas por falta de condução. Agora, o Estado já repassou R$ 4,2 milhões, e o valor total chegará a R$ 12,6 milhões em 2025 e R$ 50,4 milhões em 2026.

Também há investimentos inéditos em saúde mental, com R$ 3,6 milhões para 60 municípios de pequeno porte ainda em 2025, e R$ 14,4 milhões previstos para 2026. O foco é prevenir agravos e reduzir internações por transtornos mentais e comportamentais.

Além disso, o atendimento domiciliar receberá R$ 2,83 milhões até o final do ano, incluindo o custeio de 20 novas equipes de atenção domiciliar no Estado.

Foco em reabilitação e hospitais locais

O programa ainda prevê R$ 2,39 milhões em 2025 para a atenção à pessoa com deficiência e reabilitação física, incluindo fornecimento de coletes ortopédicos, cadeiras de rodas e muletas.
Em 2026, essa área terá R$ 9,5 milhões de investimento.

Hospitais de pequeno porte e municipais também estão sendo contemplados. Serão R$ 5,57 milhões em 2025 e R$ 22,3 milhões em 2026, fortalecendo o atendimento local e ajudando a desafogar hospitais regionais de maior porte.

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